I am no Superman… I have no Answers for You…
É cara, é estranho!
Acredito piamente que as pessoas realmente não sabem o que são, o que sentem, o que querem… Onde querem… chegar.
Não que eu saiba. Mas estou aprendendo algumas coisas interessantes. Como por exemplo, a não ser um hipócrita compulsivo como todos os que me cercam e cercaram no passado.
Eu não acredito em Amor. Acredito em amor de pais pra filho, mas não acredito em amor verdadeiro em um relacionamento normal (desses que vemos todos os dias).
As pessoas não se amam, elas amam a idéia que elas tem umas das outras. Elas amam a pessoa que está com ela não por quem ela é, mas por quem ela se diz ser. Nós não amamos nossas esposas, amamos a esposa ideal que projetamos nelas e por causa desse amor tentamos “ser” quem não somos incentivando a imagem que elas projetam na gente. Isso claro sem contar o comodismo, a inércia, e principalmente o medo de ser/estar sozinho.
Eu perdi essa hipocrisia. Sou como sou, e gosto de ser assim. E se a solidão for o preço, digam-lhe que pago de bom grado. Não estou aqui para ser plural, mas sim, para ser único.
Egocentrico, Sexicista, Narcisista…. Libertino, Compulsivo, Desregrado… Desatencioso, Auto-Centrado, Solitário…
Poderia ficar dias citando meus defeitos e os porquês deles. Amo ser assim! Adoro cada um dos meus disturbios, manias e fixações… Adoro mais ainda poder ser sincero quanto a tudo isso.
Hoje posso dizer que eu, não minto.
Um efeito colateral interessante de perder a hipocrisia é a tolerancia. Depois de parar de tentar ser quem queriam que eu fosse, depois de mudar minha atitude para com todos, depois de ver que eu seria capaz de qualquer ato, de qualquer sentimento, de fazer qualquer coisa que qualquer outro ser humano tenha feito, consegui parar de julga-los, e vi que não existe mudar alguem, e sim aceitar. Temos que aceitar as pessoas por mais que elas não sejam como gostariamos que fossem. Aceita-las ou Deixa-las.
Atualmente, só existe uma coisa que não aceito. Que não me aceitem.
Eu sei que eu sou uma pessoa insociável, e que provavelmente morrerei sozinho. Mas aceito isso.
Prefiro isso a pretender ser quem não sou, em um mundo que deveria ser, mas infelizmente não é.
(Continua…)
Desperte! Agora.
